<T->
          Alegria de Saber
          Portugus -- 3 srie
          Ensino Fundamental
          
          Anina Fittipaldi
          Maria de Lourdes
          Lucina Maria Marinho Passos

          Impresso em 3 partes na 
          diagramao de 28 linhas de 34 caracteres.
          
          Primeira Parte

          Ministrio da Educao
          Instituto Benjamin Constant
          Av. Pasteur, 350-368 -- Urca
          22290-240 Rio de Janeiro 
          RJ -- Brasil
          Tel.: (21) 3478-4400
          Fax (21) 3478-4444
          E-mail:~,ibc@ibc.com.br~,
          ~,http:www.ibc.gov.br~,
          -- 2007 --

<P>
          Copyright Anina Fittipaldi,
          Maria de Lourdes e
          Lucina Maria Marinho Passos

          ISBN 85-262-5293-3

          Direo adjunta editorial:
          Aurelio Gonalves Filho
          Responsabilidade editorial:
          Suely Yukiko Mori Carvalho
          Roberta Lombardi Martins
          Edio:
          Rita Narciso Kawamata
          Ana Luiza Couto
          Assistente editorial:
          Lidiane Vivaldini Olo

          Direitos desta edio cedidos  Editora Scipione Ltda.

          Av. Otaviano Alves de Lima, 4400 -- 6 andar
          e andar intermedirio Ala B
          Freguesia do  -- 
          Cep 02909-900 
          So Paulo -- SP
          Tel.: (11) 3990-1810
          ~,www.scipione.com.br~,


                               I
Anina Fittipaldi
  Mestre em Lingstica pela 
 Universidade Estadual do Rio de Janeiro -- UERJ (RJ)
  Ps-graduada em Cincias Sociais: uma perspectiva interdisciplinar pelo Ncleo de Ps-Graduao das Faculdades Bennett (RJ)
  Graduada em Pedagogia -- Didtica da Linguagem pela UERJ (RJ)
  Professora de Lngua Portuguesa e Redao da Universidade Cndido Mendes (RJ)
  Professora de Lngua Portuguesa e Literatura da Fundao de Apoio  Escola Tcnica (RJ)
  Coordenadora de Lngua Portuguesa do Colgio Sion -- Ensinos Infantil, Fundamental e Mdio (RJ)
  Professora de Lngua Portuguesa, Redao e Literatura do Colgio Sion -- Ensinos Fundamental e Mdio (RJ)

Maria de Lourdes Russo
  Mestre em Lngua Portuguesa pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro -- UERJ (RJ)
  Graduada em Lngua Portuguesa e Literatura pela UERJ (RJ)
  Professora de Lngua Portuguesa e Metodologia da Pesquisa na Universidade Cndido Mendes (RJ)
  Professora do projeto Oficina de Textos para Ensino Fundamental da rede pblica municipal do Rio de Janeiro (RJ)

Lucina Maria Marinho Passos
  Ps-graduada em Lngua Portuguesa pela Faculdade de Cincias Humanas da Universidade Catlica de Minas Gerais,
  com especializao em Educao Pr-escolar -- Secretaria de Estado da Educao (MG)
  Licenciada em Letras -- Portugus/Francs pela Faculdade de Filosofia, Cincias e Letras de Belo Horizonte (MG)
<p>
                             III
  Professora concursada de Lngua Portuguesa, Literatura Brasileira e Lngua Francesa no Ensino Fundamental e Mdio do Estado (MG)
  Professora de Lngua e Literatura Portuguesa no Ensino Mdio do Estado (RJ)
  Autora de livros didticos e de literatura infantil

               ::::::::::::::::::::::::

  Agradecemos a todos os alunos e
colegas professores que
compartilharam durante anos as
dificuldades e as descobertas
dessa maravilhosa experincia que
 conviver, no dia-a-dia, com a
lngua portuguesa.
  Agradecemos especialmente a
nossas crianas, hoje no to
crianas, que estimularam e
continuam estimulando nossa
crena de que  possvel educar e
transformar o ser humano, e
faz-lo mais feliz.

          Dados Internacionais de 
          Catalogao na Publicao (CIP)
          (Cmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

 Fittipaldi, Anina
  Alegria de saber : portugus, 3 srie : ensino fundamental / Anina Fittipaldi,
Maria de Loudes Russo, Lucina Maria marinho Passos. -- So Paulo : Scipione, 2004. -- (Coleo Alegria de saber)

  1. Portugus (Ensino fundamental) I. Russo, Maria de Lourdes. II. Passos, Lucina Maria marinho. III. Ttulo. IV. Srie.

04-3411                  CDD-372-6
          ndice para catlogo sistemtico:
          1. Portugus : Ensino fundamental 372.#f
<p>
                               V
Apresentao

  Caro estudante:
  Esta coleo  um convite a uma viagem inesquecvel ao
universo da comunicao.
  Ao longo desse percurso, voc vai passar pelos mltiplos
caminhos da linguagem brincando, conhecendo textos e autores
variados, debatendo diferentes assuntos
da atualidade e tendo a oportunidade de aprender a usar
inmeras ferramentas do universo da leitura e da escrita, que
vo lev-lo sempre a uma descoberta
  Neste livro voc ter a oportunidade de explorar textos,
como um viajante que vai acrescentando a sua bagagem um
jeito novo de ser e de estar no mundo. Encontrar sempre um
desafio, uma diverso, uma nova informao que vai prepar-lo
para interagir com outras pessoas, trocando idias, registrando
vivncias e sensaes, argumentando, pesquisando, construindo
sua histria de leitor e produtor de textos.
  Preparamos um roteiro especial
para algum especial: voc, que
espera aprender imaginando,
sonhando, se divertindo, se
emocionando, enfim,
descobrindo o sabor da
leitura e da escrita!
  Convite feito! Ento, 
hora de abrir o livro e
comear a viagem!

As autoras
<p>
                             VII
<R+>
<F->
Sumrio Geral

Primeira Parte

Unidade 1

Agenda, dirio e... relatos

 Uma atividade diferente ::: 1
 Texto do dia-a-dia :::::::: 2
 Agora voc escreve :::::::: 6
 Avaliando o texto
 Vamos ler 1 :::::::::::::: 7
 O dirio, Cristina Porto
 Seguindo as pistas do texto 
 Discutindo as idias do 
  texto
 Divertimento :::::::::::::: 12
 Texto dialoga com texto ::: 13
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 14                             
 Roda de leitura ::::::::::: 15                               
 Agora voc escreve :::::::: 19                               
 Avaliando o texto 
 Vamos ler 2 :::::::::::::: 20                               
 A minha histria, 
  Diogo Ribeiro                                 
 Seguindo as pistas do texto                                
 Discutindo as idias do  
  texto                                
 Na ponta da lngua :::::::: 25                               
 Trabalhando a oralidade ::: 27                               
 Vamos ler 3 :::::::::::::: 29                               
 Falando pelos cotovelos, 
  Lcia Pimentel Ges                
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Detalhe puxa detalhe :::::: 33  
 Na ponta da lngua :::::::: 36  
 Uma atividade diferente ::: 38  

Unidade 2

Cores e cores muitas cores

 Uma atividade diferente ::: 39  
 Texto do dia-a- dia ::::::: 40  
 Vamos ler 1 :::::::::::::: 42  
 Caixa de lpis de cor, 
  Vnia Amarante   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Trabalhando a oralidade ::: 45  
<p>
                             IX
 Detalhe puxa detalhe :::::: 47  
 Agora voc escreve :::::::: 48  
 Avaliando o texto   
 Vamos ler 2 :::::::::::::: 49  
 Lils, Djavan   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Na ponta da lngua :::::::: 52  
 Agora voc escreve :::::::: 53  
 Avaliando o texto   
 Texto dialoga com texto ::: 53  
 Detalhe puxa detalhe :::::: 57  
 Vamos ler 3 :::::::::::::: 57  
 Que raio de histria!, 
  Sylvia Orthof   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 61  
 Divertimento :::::::::::::: 61  
 Roda de leitura ::::::::::: 63  
 Curiosidade ::::::::::::::: 67  
 Uma atividade diferente ::: 69  
<p>
Unidade 3

Cuidado com as despesas...

 Uma atividade diferente ::: 70  
 Vamos ler 1 :::::::::::::: 72  
 Show nas prateleiras, 
  Revista    
 Emoo e inteligncia   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Detalhe puxa detalhe :::::: 76  
 Vamos ler 2 :::::::::::::: 78  
 Comunicao, Edson 
  Alencar e Hlio Martins   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Na ponta da lngua :::::::: 81  
 Texto do dia-a-dia :::::::: 82  
 Detalhe puxa detalhe :::::: 84  
 Texto dialoga com texto ::: 89  
 Roda de leitura ::::::::::: 92  
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 96  
 Divertimento :::::::::::::: 97
 Trabalhando a oralidade ::: 98  
<p>
                             XI
 Agora voc escreve :::::::: 99  
 Avaliando o texto   
 Texto do dia-a-dia :::::::: 100  
 Curiosidade ::::::::::::::: 102  
 Vamos ler 3 :::::::::::::: 104  
 Troca-troca, Ana Maria 
  Machado   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Na ponta da lngua :::::::: 107  
 Divertimento :::::::::::::: 108  
 Uma atividade diferente ::: 109  

Segunda Parte

Unidade 4

Do lugarejo...  cidade 
  grande

 Uma atividade diferente ::: 111  
 Vamos ler 1 :::::::::::::: 116  
 De lugarejo a cidade 
  grande, Mundo da criana   
 Seguindo as pistas do texto  
<p>
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Detalhe puxa detalhe :::::: 119  
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 122 
 Na ponta da lngua :::::::: 123  
 Divertimento :::::::::::::: 124  
 Vamos ler 2 :::::::::::::: 124  
 Fotos   
 Trabalhando a oralidade ::: 126  
 Agora voc escreve :::::::: 127  
 Vamos ler 3 :::::::::::::: 128  
 Cimento armado, Paulo 
  Bonfim  
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do texto   
 Divertimento :::::::::::::: 130  
 Texto do dia-a-dia :::::::: 131  
 Agora voc escreve :::::::: 132  
 Avaliando o texto   
 Texto dialoga com texto ::: 134  
 Agora voc escreve :::::::: 138  
 Avaliando o texto   
 Roda de leitura ::::::::::: 140  
 Divertimento :::::::::::::: 143  
 Detalhe puxa detalhe :::::: 145  
 Agora voc escreve :::::::: 147  
 Avaliando o texto   
<p>
                           XIII
 Uma atividade diferente ::: 148  

Unidade 5

Tela... telinha...

 Uma atividade diferente ::: 151  
 Vamos ler 1 :::::::::::::: 152  
 Cartaz, Revista Programa 
 Seguindo as pistas do texto   
 Divertimento :::::::::::::: 156  
 Vamos ler 2 :::::::::::::: 156  
 Bruxa Onilda e o 
  computador, Roser 
  Capdevila e Enric 
  Larreula   
 Seguindo as pistas do texto
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Trabalhando a oralidade ::: 160  
 Na ponta da lngua :::::::: 161  
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 162  
 Agora voc escreve :::::::: 163  
 Avaliando o texto   
 Roda de leitura ::::::::::: 164  
 Texto do dia-a-dia :::::::: 170  
 Divertimento :::::::::::::: 172  
 Detalhe puxa detalhe :::::: 174  
 Vamos ler 3 :::::::::::::: 176  
 Liga-desliga, Camila 
  Franco, Jarbas Agnelli e 
  Marcelo Pires   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Trabalhando a oralidade ::: 182  
 Divertimento :::::::::::::: 182  
 Agora voc escreve :::::::: 184  
 Avaliando o texto   
 Na ponta da lngua :::::::: 185  
 Divertimento :::::::::::::: 187  
 Uma atividade diferente ::: 188  

Unidade 6

Vivendo o folclore

 Uma atividade diferente ::: 191  
 Vamos ler 1 :::::::::::::: 194  
 A lenda da Iara, Maria 
  Thereza Cunha Gicomo   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
<p>
                             XV
 Texto dialoga com texto ::: 200  
 Na ponta da lngua :::::::: 206  
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 207  
 Roda de leitura ::::::::::: 208  
 Curiosidade ::::::::::::::: 211  
 Vamos ler 2 :::::::::::::: 215  
 O casamento e A 
  quadrilha, Revista Nova 
  Escola   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Detalhe puxa detalhe :::::: 221  
 Trabalhando a oralidade ::: 223  
 Agora voc escreve :::::::: 225  
 Avaliando o texto   
 Divertimento :::::::::::::: 225  
 Detalhe puxa detalha :::::: 226  
 Vamos ler 3 :::::::::::::: 227  
 O Jurupari, Marcelo 
  Xavier   
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do  
  texto   
 Agora voc escreve :::::::: 231  
 Avaliando o texto   
 Curiosidade ::::::::::::::: 232  
 Agora voc escreve :::::::: 234  
 Avaliando o texto   
 Uma atividade diferente ::: 235

Terceira Parte

Unidade 7

E a sade como vai?

 Uma atividade diferente ::: 237
 Vamos ler 1 :::::::::::::: 239  
 O problema de Godofredo, 
  Gabriela Bozano Hetzel
 Seguindo as pistas do texto   
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Detalhe puxa detalhe :::::: 244  
 Na ponta da lngua :::::::: 245  
 Trabalhando a oralidade ::: 247  
 Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 251  
 Divertimento :::::::::::::: 251  
 Roda de leitura ::::::::::: 253  
 Divertimento :::::::::::::: 256  
 Vamos ler 2 :::::::::::::: 256  
 Cardpio do futuro, 
<p>
                           XVII
  Mnica Tarantino  
 Discutindo as idias do 
  texto   
 Detalhe puxa detalhe :::::: 258   
 Na ponta da lngua :::::::: 260  
 Vamos ler 3 :::::::::::::: 261  
 Dormir para viver 
  melhor, Daniel Cruz 
 Seguindo as pistas do texto   
 Texto do dia-a-dia :::::::: 263  
 Agora voc escreve :::::::: 265  
 Avaliando o texto   
 Detalhe puxa detalhe :::::: 267  
 Vamos ler 4 :::::::::::::: 267  
 A O que  a dengue?, 
  Prefeitura Municipal de 
  Belo Horizonte
 Seguindo as pistas do texto   
 B No faa de sua planta 
  um criadouro de mosquitos 
  da dengue, Prefeitura da 
  Cidade do Rio   
 Seguindo as pistas do texto   
 Detalhe puxa detalhe :::::: 273  
 Uma atividade diferente ::: 274  
<p>
Unidade 8

No mundo do faz-de-conta!

Uma atividade diferente :::: 275
Vamos ler 1 ::::::::::::::: 277
Os magos, Gabriela Hetzel
Seguindo as pistas do texto
Discutindo as idias do 
  texto
Trabalhando a oralidade :::: 284
Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 284
Detalhe puxa detalhe ::::::: 285
Agora voc escreve ::::::::: 287
Avaliando o texto
Vamos ler 2 ::::::::::::::: 289
A verdadeira histria dos 
  trs porquinhos, Jon 
  Scieska
Seguindo as pistas do texto
Discutindo as idias do 
  texto
Na ponta da lngua ::::::::: 296
Divertimento ::::::::::::::: 297
Trabalhando a oralidade :::: 298
Texto dialoga com texto :::: 298
Agora voc escreve ::::::::: 303
<p>
                            XIX
Avaliando o texto
Divertimento ::::::::::::::: 304
Roda de leitura :::::::::::: 306
Agora voc escreve ::::::::: 308
Avaliando o texto
Uma atividade diferente :::: 309

Unidade 9

Um cheiro de notcia no ar...

Uma atividade diferente :::: 311
Vamos ler 1 ::::::::::::::: 313
Os jornais, Rubem Braga
Seguindo as pistas do texto
Discutindo as idias do 
  texto
Texto dialoga com texto :::: 316
Vamos ler 2 ::::::::::::::: 317
Encontrada em Caxias sonda
meteorolgica, O Globo
Seguindo as pistas do texto
Discutindo as idias do 
  texto
Na ponta da lngua ::::::::: 320
Agora voc escreve ::::::::: 322
Avaliando o texto
Detalhe puxa detalhe ::::::: 323
Texto do dia-a-dia ::::::::: 324
Roda de leitura :::::::::::: 327
Curiosidade :::::::::::::::: 331
Detalhe puxa detalhe ::::::: 332
Divertimento ::::::::::::::: 334
Agora voc escreve ::::::::: 335
Avaliando o texto
Vamos ler 3 ::::::::::::::: 337
Brincadeiras nos museus de 
  cincias, Luisa Massarani
Seguindo as pistas do texto
Discutindo as idias do 
  texto
Trabalhando a oralidade :::: 343
Divertimento ::::::::::::::: 344
Texto dialoga com texto :::: 345
Ateno  fala e  
  escrita ::::::::::::::::::: 348
Uma atividade diferente :::: 349
<F+>
<R->
<p>
                             XXI
<R+>
Nota de transcrio:
   Nesta obra, as palavras abaixo enumeradas tm estes sentidos:   
 1 -- Cena: lugar onde acontece algum fato.
 2 -- Ilustrao, imagem: figuras usadas para exemplificar ou reforar
uma idia ou um texto.
 3 -- Lacuna: espao que dever ser preenchido de acordo com a
indicao do exerccio.
 4 -- Legenda: texto explicativo de: foto, gravura, ilustrao, quadro.
etc. 
 6 -- Tirinha: seqncia de poucos quadrinhos, formando uma 
histria.    
<R->
<p>
<7>
<Tale. saber 3 srie>
<T+1>
Agenda, dirio e relatos

  Nesta unidade, voc vai conhecer modos
de registrar por escrito suas atividades
dirias e seus compromissos e de
relatar os fatos marcantes de sua vida.

  Esqueci o trabalho de casa!
  No, no leia...  meu dirio!
  Ah! vem c que eu conto tudinho...
  No escrevi na agenda!

<8>
Uma Atividade diferente

  Sua memria  boa? Prepare-se para test-la!
  Sim ou no para cada pergunta:
<R+>
 Voc...
 1. ... se lembra sempre da data de aniversrio dos
colegas da classe?
 2. ... entrega os deveres de casa em dia?
 3. ... consegue guardar na memria as datas das
provas?
 4. ... costuma anotar a matria que vai estudar para os
testes e as provas?
 5. ... traz sempre para a escola o material que o
professor solicita?
 6. ... transmite os recados da escola a seu responsvel?
<R->

  Agora, confira os resultados, contando quantas vezes respondeu no.
<R+>
 5 ou 6: Voc est muito desatento e desorganizado!
 3 ou 4: Voc est um pouco esquecido!
 1 ou 2: Voc tem boa memria e  muito organizado. Parabns!
<R->

<9>
Texto do dia-a-dia

  Existe um tipo de caderno que  usado para anotar compromissos,
voc o conhece? Sabe o nome dele? O texto a seguir mostra, de uma
forma original, como ele pode ser usado.

 Segunda-feira,
 cortar as unhas
 dos duendes;

 Tera-feira, levar
 o dinossauro pra
 aula de msica;

 Quarta-feira,
 escrever trs
 histrias alegres e
 uma muito triste;

 Quinta e sexta, deixar
 em todas as praias, rios e
 lagoas do mundo garrafas
 com mensagens assim: "te
 amo", "me d um
 presente-surpresa", "vivam
 as lagartixas!"

 Sbado, dar
 um passeio de
 tapete mgico
 com os
 meninos do
 bairro;
<p>
 
 E domingo dar
 alpiste, muito
 alpiste pros
 sonhos. 

<R+>
Revista *Cincia Hoje das
Crianas*, ano 11, n.o 31.
<R->

<10>
<R+>
 1. Esse texto est dividido de acordo com os dias da semana. Com que
finalidade isso foi feito?
<R->

  *Agenda*  um tipo de caderno dividido nos dias da semana e meses
do ano. Nela, podemos anotar o dia e a hora de compromissos,
encontros, tarefas etc.

<R+>
 2. O que voc achou das atividades anotadas nessa agenda? Podem ser
facilmente cumpridas por uma pessoa? Explique sua resposta.
 3. Que dia da semana apresenta uma tarefa que pode ser realizada
normalmente pelas pessoas?
 4. Observe o que precisa ser feito na quinta e na sexta-feira:
<R->
  ... deixar em todas as praias, rios e lagoas do mundo garrafas com
mensagens assim: "te amo", "me d um presente-surpresa", "vivam as lagartixas!"

<11>
  A seguir, d sua opinio:
<R+>
 a) Voc nota um certo exagero na atividade que se pretende realizar?
  Copie o trecho que apresenta esse exagero.   
 b) Voc acha que mandar um recado dentro de uma garrafa pelos rios
e pelos mares funciona? Por qu?

 5. Que linguagem predomina na agenda que voc acabou de ler? Potica
e fantasiosa? Objetiva, de acordo com a realidade?
6. D sua opinio: Voc acha que devemos usar a linguagem potica nas
agendas? Por qu?
<R->

<12>
Agora voc escreve

  Que tal organizar suas atividades para a prxima semana?
  Escreva o que voc planeja fazer em cada dia. Voc pode
usar uma linguagem potica, semelhante  do texto lido, ou objetiva,
conforme as pessoas falam no dia-a-dia. Observe os exemplos:

<R+>
Segunda-feira, 23 de abril de 2007.
  14 horas: fazer o dever de casa
  17 horas: ligar para a tia Aninha ( aniversrio dela)
  Mais ou menos 20 horas: ler o livro da escola (antes de dormir)

Segunda-feira, 23 de abril de 2007.
  Ligar para a tia Aninha e desejar a ela um aniversrio com perfume de rosas vermelhas e sabor de baunilha!
<R->
<p>
Avaliando o texto

<R+>
 1. Voc anotou as atividades no dia e no horrio certos?
 2. Que tipo de linguagem voc utilizou?
 3. Compare sua agenda com a de um colega e observe as semelhanas e
as diferenas.
<R->

<13>
Vamos ler 1

  A autora Cristina Porto criou uma personagem chamada Serafina.
  Nos livros, Serafina conta fatos que acontecem com ela, com as
pessoas de sua famlia e com os amigos. Ela registra tudo em um caderno
chamado dirio.
  Que tal conhecer uma pgina do dirio dela?

O dirio

  Dirio,
  J faz mais de um ms que eu ganhei voc
de presente de aniversrio e guardei na
gaveta. No sabia o que fazer, juro. J
tinha ouvido falar de gente que
fazia dirio, contava segredos
pra ele, e no deixava
ningum ler depois.
  Mas hoje de manh
acordei com vontade de
fazer mais ou menos a
mesma coisa. Eu digo
mais ou menos porque
no pretendo escrever
todos, todos os dias, nem
pretendo contar segredos,
e pode ser at que eu deixe
algumas pessoas lerem o
que escrevi.
  E sabe por que me deu essa
vontade justo hoje? Porque tive
um sonho bonito e achei que devia
escrever pra no esquecer dele nunca.
  Ento, a partir de hoje, voc vai se transformar
num dirio, no meu futuro querido dirio, pra no
me deixar esquecer coisas que eu quero lembrar.

<R+>
Cristina Porto. *Se... ser, Serafina*? So Paulo: tica, 1998.
<R->

<14>
Seguindo as pistas do texto

<R+>
 1. Observe o trecho:
  J faz mais de um ms que eu ganhei voc...
 a) Que palavra indica quem est escrevendo?
 b) Que palavra indica com quem se est falando?

 2. As palavras *eu* e *voc* esto substituindo outras. Quais?

 3. No primeiro pargrafo, uma palavra  marca de oralidade, isto , reproduz o jeito como as pessoas falam.
 a) Que palavra  essa?
 b) Por que, em um dirio, as pessoas geralmente escrevem do jeito como falam?
<R->

Discutindo as idias do texto

<R+>
 1. No dicionrio de Aurlio Buarque de Holanda, a palavra dirio
apresenta os seguintes significados:
 a) Qual das definies do verbete melhor explica o dirio de Serafina?
 b) Que trechos confirmam essa explicao do dicionrio?

dirio
  [Do lat. diariu.]
 Adj.
 1. Que se faz ou sucede todos os dias; cotidiano. dial, diurnal.
 S.m
 2. Relao do que se faz ou sucede em cada dia.
 3. Obra em que se registram, diria ou quase diariamente, acontecimentos, impresses, confisses: O Dirio de Miguel Torga j chegou ao 12 volume; O grande escritor vai publicar o seu *dirio*.
 4. Jornal que se publica todos os dias.
 5. Fam. Despesa diria.
 6. Cont. Livro onde se registram, em ordem cronolgica, to-
<p>
  das as operaes contabilizveis de uma empresa.

*Dicionrio Novo
Aurlio*. Rio de Janeiro:
Nova Fronteira, 2000
(texto adaptado).
<R->

<15>
<R+>
 2. Leia:
  ... voc vai se transformar num dirio, no meu futuro querido
dirio, pra no me deixar esquecer coisas que eu quero lembrar.
  De acordo com a personagem, que outra finalidade teria seu dirio?
  
 3. Copie o pargrafo do texto que mostra que:
 a) a personagem j possua esse dirio.
 b)  a primeira vez em que a personagem escreve no dirio.

 4. Pode-se afirmar que, nesse texto, a personagem  tambm a narradora?
Por qu?
<p>
 5. Que fato levou a personagem a pensar em escrever um dirio?
 6. Por que a personagem diz que pretende mais ou menos fazer um dirio?
<R->

<16>
Divertimento

  Observe, nas cenas abaixo, outros usos que podemos fazer das
agendas e converse com os colegas sobre eles.

<R+>
_`[{trs ilustraes:
 Ilustrao 1: uma mulher, em frente ao orelho, tira a agenda telefnica da bolsa;
 Ilustrao 2: uma pessoa escreve na pgina de anotaes da agenda uma lista de compras; 
 Ilustrao 3: um aluno anota na agenda o dia da prova de Matemtica_`]
<R->

<17>
<p>
Texto dialoga com texto

  Veja esta tirinha da Mafalda, que tambm fala sobre dirios.

<R+>
_`[{mafalda escreve em seu dirio: Querido Dirio: hoje xinguei a minha me. Reconheo que me comportei muito mal e que minha me  boa e ela tem direito de ficar com raiva e que toda culpa  minha e nada mais que minha. A menina para de escrever, rel as anotaes e, no ltimo quadrinho, conclui: 
   (A Direo deste dirio esclarece que se limita a publicar estas notas sem compartilhar das opinies de sua autora)_`]
<R->

<R+> 
Quino. *Toda Mafalda*. So Paulo: Martins Fontes, 2000.
<R->

<R+>
 1. Que sentimentos Mafalda registra em seu dirio?
 2. Por que ela sente culpa e arrependimento?
 3. No ltimo quadrinho, Mafalda trata o dirio de maneira diferente.
  Por qu?
<R->

Ateno  fala e  escrita

  Mafalda se arrepende de ter xingado a me.
  Voc acha que uma pessoa que xinga a
outra age bem, mal ou... mau?
  Para completar corretamente a frase
acima  necessrio prestar ateno: as
palavras mau e mal so pronunciadas da
mesma maneira, mas escritas de modos
diferentes.

1. Observe:

  A menina se comportou mal ao xingar sua me.
  A menina se comportou bem ao desculpar-se com a me.
<18>
  Ela demonstrou mau humor na
hora de falar.
  Ela demonstrou bom humor na
hora de falar.
<p>
  Conclua: Quando se escreve a palavra mal? E mau?
<R+>
 2. Copie as frases abaixo substituindo a estrela por mal ou mau:
 a) Mafalda sentiu-se .....
 b) Ele no  um ..... rapaz.
<R->

Roda de leitura

  A vida  feita de situaes que marcam o dia-a-dia das pessoas, mas
que no esto necessariamente escritas em um dirio.
  Nesta roda de leitura, voc ler alguns relatos com a classe. Procure
observar:
<R+>
  qual  a mensagem transmitida por eles;
  que tempo retratam (passado ou presente);
  se o narrador  observador ou personagem;
  a forma como foi escrito (em verso ou em prosa);
<p>
  se os relatos so semelhantes aos de uma agenda ou um dirio ou
diferentes.
<R->

  O *narrador-observador*  aquele que observa e relata uma ao,
mas no participa dela; ele escreve em 3 pessoa (ele/ela). O *narrador-personagem*
relata sua prpria experincia, em 1 pessoa (eu).

<19>
<R+>
 A --
 Eu me lembro
 Eu me lembro. Lembro muito bem a lmpada a gs da minha infncia. 1909.
 Eu tinha trs anos e o direito de,  noite, puxar a correntinha que
fechava o gs. Ao escurecer, eu observava pela janela os
acendedores de lampies na rua.
 Lembro a emoo do primeiro telefone. Meu irmo Ricardo, seis
anos, atendendo o chamado de um amigo. O telefone era uma
caixa de madeira que se fixava na parede; na
frente tinha um tubo pendurado a uma
corda para transmitir o som.
 Girando a manivela que ficava do
outro lado se chamava a
telefonista; naquela poca o
telefone no era
mecanizado. Para ns,
crianas, o aparelho
parecia mgico: podamos
ouvir sem ver.
 Lembro que todos os
meios de transporte eram
puxados por cavalos.
 Cavalos tambm puxavam
o bonde, que rolava sobre
dois trilhos.
 Vivi a instalao do bonde
eltrico. No eram mais
cavalos que o faziam mover-se,
embora rolasse sobre os mesmos
trilhos, mas alguns fios no ar e um
condutor na frente, srio e fardado.
 Aos quatro anos andei pela primeira vez de
automvel, uma espcie de banheira enorme com quatro rodas.
 Minha me me segurava, temendo um tombo, pois amos  louca
velo-
<p>
  cidade de vinte e cinco quilmetros por hora.

Gerda Brentani. *Eu me lembro*. So Paulo: Companhia das Letrinhas, 1993.

<20>
 B --
 Menina Nina
 amava V Vivi,
 que amava
 sua menina.
 A vov, ao ver a Nina
 pelo vidro do berrio,
 pulava feito menina
 em festa de aniversrio
 (vov era mais menina
 do que a neta que nascia). (...)

 Vov Vivi se encanta
 ao se descobrir vov.
 Por mais que
 ela sonhasse,
 por mais que outras vovs
 lhe dissessem da alegria
 que era ser me de outra me,
 Vov no imaginava
 como era bom ser assim,
 um ser especial:
 uma boneca que tem
 dentro dela outra boneca
 que tem uma outra boneca
 bem dentro dela tambm...
 Vov  uma matriosca
 -- aquela boneca russa --
 e acha to bom sentir-se,
 mais que menina,
 um brinquedo de menina.

Ziraldo. *Menina Nina*. So Paulo: Melhoramentos, 2002.
<R->

<21>
Agora voc escreve

  Que tal escrever sobre sua infncia?
  Relate algo marcante que tenha acontecido com voc.
Voc ser o narrador-personagem de sua histria! Portanto, utilize a 1
pessoa (eu).
<p>
Avaliando o texto

  Mostre seu relato a um colega. Ele vai conferir se voc escreveu o
texto em 1 pessoa.
  A seguir, ele reescrever seu relato, como narrador-observador,
substituindo as palavras eu, meu(s), minha(s) por ele ou ela, seu(s), sua(s).
  Enquanto isso, faa o mesmo com o texto dele.
  Qualquer dvida, consulte o professor.
  Bom trabalho!

<22>
Vamos ler 2

  Agora leia o relato de um garoto chamado Diogo Ribeiro, que nasceu
na cidade do Rio de Janeiro.

A minha histria

  Eu nasci em mil novecentos e
oitenta e trs na Casa de Sade
So Jos, s onze horas da noite. A
msica da moda era rock. Um ano
depois, comecei a andar, brincar e,
quando estava com um ano e nove
meses, trepava no bero e falava:
  -- Vovi,  o memeque!!!
  Minha av mandava eu descer
do bero e ir dormir, seno o lobo
mau e o boi da cara preta iam me
pegar.
  Com dois anos eu entrei na
escola. Chorava que no queria ir
 aula, no fim sempre ia. Com trs
anos eu chorava que queria meu
irmo e eu batia em todo mundo.
Com quatro anos fiz a primeira
letra do meu nome e fiquei
superfeliz e imagine que com
cinco anos fiquei com janelinha.
  Depois com sete anos meus
pais se separaram, com oito eles
voltaram e com nove se
separaram de novo.

<R+>
Texto escrito por aluno da 3 srie em
atividade de sala de aula.

<23>
Seguindo as pistas do texto

 1. Observe:
  -- Vovi,  o memeque!!!
  Nesse trecho, o menino chama a ateno para o modo como falava. 
possvel saber, com certeza, o que significam essas palavras? Por qu?
 2. Que frases do texto mostram que Diogo era um menino choro?
 3. Leia:
  ... imagine que com cinco anos *fiquei com janelinha*.
  O que o menino quer dizer com essa frase?
 4. Com quatro anos fiz a primeira letra do meu nome e fiquei
superfeliz...
<R->

  Explique com suas palavras o sentido de *superfeliz*. Como se formou
essa palavra?

<24>
<R+>
 5. Os textos Eu me lembro e Menina Nina, da Roda de leitura, e A minha histria so relatos sobre momentos da infncia. Releia-os e observe a linguagem usada. Depois, responda:
 a) Que texto(s) apresenta(m) uma linguagem mais espontnea, mais
informal?
 b) Que texto(s) apresenta(m) uma linguagem mais formal? Por qu?

Discutindo as idias do texto

 1. O narrador-personagem recorda fatos da histria de sua vida. De que
jeito ele faz isso?
 2. Copie a linha do tempo abaixo. Depois, complete-a,
escrevendo abaixo dos quadrinhos os fatos importantes da vida de
  Diogo em cada ano indicado.

 1983 -- ..... 
 1984 -- .....
 1985 -- .....
 1986 -- .....
 1987 -- .....
 1988 -- .....
 1990 -- .....
 1991 -- .....
 1992 -- .....

<25>
 3. Identifique o pargrafo em que se localiza cada uma
destas informaes:
 a) Diogo fala da separao dos pais.
 b) A av manda o menino dormir.
 c) Diogo imita o jeito de falar quando ainda era beb.
 d) O menino conta a histria dele dos dois aos cinco anos.

 4. No texto, Diogo fala de duas personagens muito conhecidas das
histrias e cantigas infantis. Responda:
 a) Quais so essas personagens?
 b) Por que voc acha que a av de Diogo falava nessas personagens
para fazer o menino dormir?
 c) Voc gosta de histrias de assustar? Por qu?

<26>
<p>
Na ponta da lngua

 1. Releia os trechos e observe as palavras destacadas. Responda:
  *Eu* me lembro.
  *Eu* sei que  implicncia...
  *Eu* nasci em mil novecentos e oitenta e trs...
 a) A palavra eu foi usada nos trs relatos lidos. O que ela significa?
 b) O que voc pode dizer sobre o uso da palavra eu nos trs textos?

 2. Existem outras palavras como o eu, que substituem o nome de pessoas
e objetos nos textos. Voc sabe quais so?
  Descubra, reescrevendo as frases abaixo e substituindo
as palavras que se repetem pelas que esto no quadro.
  ns -- ela -- lhe -- o -- eles
 a) Eu e minha me somos muito amigas, eu e minha me estamos
sempre juntas.
 b) Mafalda ficou arrependida de ter xingado a me; Mafalda resolveu
pedir desculpa.
 c) O relato era muito longo, mas Serafina ouviu o relato.
 d) Diogo e a me conversam muito; Diogo e a me so bons amigos.
 e) Serafina adorou o dirio que viu na papelaria, por isso Hugo
ofereceu a Serafina esse presente.
<R->
 
  Depois de fazer as substituies, o que voc pode concluir?

<27>
  As palavras que servem para substituir as pessoas do discurso so
os *pronomes pessoais*.
 Conhea alguns:
primeira pessoa (falante): eu, ns, me, mim, nos
terceira pessoa (de quem se fala): ele, ela, eles, elas, o, a, os, as, lhes
<p>
Trabalhando a oralidade

  Muitas crianas se expressaram nos textos desta unidade...
  Que tal fazer uma leitura dramatizada de um poema que fala da infncia?
O professor dividir a classe em grupos e vocs ensaiaro a leitura.

<28>
<R+>
Infncia 2

 Joguei pio na terra,
 Fiz piquenique na serra,
 Quebrei bolinha de gude,
 Corri o mais que pude,
 Tirei zero na prova,
 Menti que tirei dez,
 Ganhei uma bola nova,
 Machuquei os dois ps,
 Assustei um gato,

 Um cachorro me assustou,
 Capturei um rato,
 Minha me no gostou,
 Colecionei gibi,
 Disco voador eu no vi,
 Troquei figurinha,

 Comi paoquinha,
 Me escondi no quintal,
 Usei chapu de jornal,
 Tive amigo japons,
 Amigo pretinho,
 Amigo alemo,
 Amigo baixinho,
 Levei choque em tomada,
 Fiquei com o nariz entupido,
 Arranjei uma namorada,
 Namorei escondido,
 Assisti filme de terror,
 No calor, senti frio,
 No frio, senti calor,
 Peguei balo no telhado,
 Brinquei de caubi,
 Brinquei de ndio,
 Brinquei de soldado,
 Fui um desenho animado.

Lalau e Laurabeatriz. *Girassis e outras poesias*. So Paulo: Companhia das Letrinhas, 1998.
<R->
<p>
  Troque idias oralmente com seus colegas:
<R+>
 a) Por que esse poema apresenta muitos verbos na 1 pessoa?
 b) Por que ele diz que, na infncia, foi um desenho animado?
<R->

<29>
Vamos ler 3

  Cada um de ns tem uma maneira prpria de
falar ou escrever, ou seja, de se comunicar.

<R+>
_`[{lcia Pimentel Ges -- Falando pelos cotovelos. Abaixo do nome da 
autora e do ttulo do livro, uma ilustrao mostra um menino tapando a 
boca com as mos enquanto os cotovelos falam_`]
<R->

  Observe a capa deste livro. Converse com os
colegas e o professor a respeito das idias que ela passa
sobre comunicao.
  Agora, leia com ateno a histria e descubra o
que a capa tem a ver com ela.

Falando pelos cotovelos

  Vejam s as coisas que vov diz, mame repete e eu, Rui, filho e
neto das duas, fico dando tratos  bola para entender.
  Ser que com voc acontece o mesmo?
  Outro dia, estava andando de bicicleta na sala e vov ralhou comigo:
  Cuidado! No v esfolar os ps da mesa!
  Ento, resolvi ir para o jardim, e ela:
  No saia que vem vindo um p-de-vento!
  A mame pediu:
  D um recado para a vizinha, mas v num p e volte noutro!
  Pensei: P de mesa tem dedo? Vento tem um, dois ou mais ps?
  Ser que consigo pular num p s at a casa da vizinha e voltar
pulando com o outro?.
  No demorou e l veio outro pedido:
  Rui, me d uma mo! Vamos, menino. D um pulinho aqui, rpido.
  Enquanto penso onde arranjar um mamo ou por que devo dar o
tal do pulinho, mame me pede:
  V at a cozinha e me traga uma cabea de alho.
  Enquanto me pergunto: Por que nunca reparei na cabecinha
deles?, ela comenta:
  Rui, voc est com a cabea nas nuvens!
  Comeo a resmungar que ela fala esquisito, que estou tentando
descobrir as cabeas dos alhos, quando ela reclama:
  Filho, pare de falar, seno vai dar n na lngua!
  E vov concorda:
  Esse menino  uma lngua de trapo! Pudera, fala pelos cotovelos!

<R+>
Lcia Pimentel Ges. *Falando pelos cotovelos*. So Paulo: Moderna, 1991.
<R->

<30>
<R+>
Seguindo as pistas do texto

 1. De acordo com o texto, como voc explica as expresses:
 a) lngua de trapo 
 b) fala pelos cotovelos

 2. Continue descobrindo o sentido das expresses, no quadro A, entre as
possibilidades apresentadas no quadro B. Depois, anote cada expresso ao lado de sua explicao.

 A -- 
 dar tratos  bola
 ir num p e voltar no outro
 p-de-vento
 dar um pulinho
 dar uma mo
 estar com a cabea nas nuvens

 B -- 
 ir at algum lugar rapidamente
 ajudar
 ventania
 estar distrado
 ir e voltar bem rpido
 ficar pensando

 3. Ser que com *voc* acontece o mesmo?
  A quem se refere a palavra em destaque?

Discutindo as idias do texto

 1. Em sua opinio, quem fala pelos cotovelos nessa histria?
 2. Por que Rui fica dando tratos  bola quando a me e a av falam?
 3. Afinal, por que esse texto recebeu o ttulo Falando pelos cotovelos?
<R->

<31>
Detalhe puxa detalhe

  Veja como este texto brinca com o significado das palavras e das
expresses!
<p>
Ao p da letra

  Oi, gente!
  Meu nome  Alessandra. Lel, para os
ntimos. Eu gostaria que o meu apelido fosse
Sandra ou Leca, mas a turma prefere Lel.
Acho que  por causa de uma mania que eu
tenho de levar tudo ao p da letra. (...)
  Domingo passado, pedi pra mame me deixar ir ao cinema sozinha
e ela disse:
  -- NO! Voc  muito menina. Pode ir tirando o cavalo da chuva!
  Eu achei at mais legal tirar o cavalo da chuva do que ir ao cinema. S
havia dois problemas: no estava chovendo e eu no sabia de nenhum
cavalo que morasse perto de casa. Quando respondi isso a ela, recebi a
maior bronca. No d pra entender.
  Acabei passando o domingo de cara amarrada, toda cheia de
barbante, olhando pela janela. No fim do dia, a coisa melhorou.
Chegaram finalmente os novos vizinhos que estavam pra se mudar
havia algum tempo. Um casal simptico e um garoto lindo, de fazer
cair o queixo!  claro que a minha cara amarrada no resistiu e meu
queixo s escapou de cair porque um pedao do barbante ficou preso
por baixo dele, com as pontas enroscadas nas minhas orelhas.
  Desamarrei o meu rosto e resolvi dar boas-vindas ao garoto. Vou
num p e volto no outro! Mame nem vai notar que sa do quarto,
pensei comigo mesma. E foi o que fiz. Voltei pra casa morrendo de
dor nas pernas de tanto pular. Mas valeu a pena... de pavo da minha
coleo que eu levei pro garoto. Fiquei caidinha! Ele precisou at me
levantar. Foi lindo!

<R+>
Alina Perlman. *Ao p da letra*. So Paulo: Scipione, 2001. (Coleo D-re-mi-f).
<R->

  Com os colegas, d o significado das expresses usadas no texto ao
p da letra e pesquise outras que so usadas da mesma maneira.

<32>
<R+>
Na ponta da lngua

 1. Leia com ateno:
 a) ... eu, Rui, filho e neto
das duas, fico dando
tratos  bola para
entender.
 b) Rui, me d uma mo!
 c) Vento tem um, dois ou
mais ps?
<R->
  
  Observe a posio das vrgulas nas frases acima. Depois, relacione, cada frase a um item do quadro a seguir.

  Usam-se vrgulas para separar elementos que esto sendo enumerados.
  Usam-se vrgulas para separar um trecho inserido na frase para explicar algo.
  Usam-se vrgulas aps o nome de algum que est sendo chamado.
<L>
<33>
<R+>
 2. Agora, transcreva a frase abaixo, acrescentando a informao *o
Rui* e usando as vrgulas corretamente.
  Esse menino  uma lngua de trapo!

 3. Escreva, uma frase para cada situao, empregando
vrgulas.
 a) Voc est chamando Leonardo para andar de bicicleta na pracinha.
 b) Voc est mandando Rui comprar quatro frutas no mercado (cite o
nome das frutas).

 4. Leia estas frases:
 a) Rui, me d uma ajuda! 
 b) Rui me d uma ajuda!
<R->

  O uso da vrgula determina sentidos diferentes? Troque idias com a classe.

<34>
<p>
Uma atividade diferente

  Procure lembrar-se de alguns fatos importantes de sua vida, indicando
qual era sua idade quando eles aconteceram.
<R+>
  uma travessura;
  um fato engraado;
  um passeio inesquecvel;
  um fato triste;
  um susto.
<R->
 
  Com a ajuda do professor, organize os fatos de acordo com as datas
em que ocorreram.
  Agora, a classe vai montar um mural.
  O professor vai fazer uma linha do tempo e cada um vai colar nela
suas fichas coloridas, de acordo com a data de cada fato ocorrido.
  Depois, cada aluno compara os fatos que aconteceram, no mesmo
perodo, em sua vida e na de seus colegas. Vai ser divertido!

               oooooooooooo
<35>
<p>
Unidade 2

Cores e cores... Muitas cores

  Nesta unidade, voc vai brincar com as
cores, alm de ler e escrever sobre elas --
cores no papel, na natureza, na vida... Cores...
Muitas cores!

<R+>
<36>
Uma atividade diferente

 1 Voc conhece bem as cores? Escolha um colega para o desafio.
  Pea a ele que diga rapidamente as cores em que esto escritas as
palavras a seguir:
 azul
 laranja
 verde
 roxo
 vermelho
 cinza
 rosa
 azul-claro

<37>
 2 Pegue um lpis de cera e
movimente-o livremente sobre uma tela
em branco. Agora, observe
as formas que voc criou. Mostre a seus colegas as formas
criadas. Coloque seu
nome no desenho e organize, com os
colegas, um mural na classe.
<R->

Texto do dia-a-dia

  De onde vm as cores? Leia o texto a seguir e faa a experincia.

<R+>
_`[{para realizar a experincia e os exerccios propostos com base nela, 
pega orientao ao professor_`]
<R->

  Descoberta das cores
<R+>
 Material:
 -- trs folhas de papel em branco
 -- tinta guache de trs cores: vermelha, azul e amarela
 -- pincis
 -- um pote com gua
<R->

<38>
Procedimento:
  Passe um pincel com gua na tinta vermelha. Pinte a primeira
folha. Use outro pincel com gua e tinta amarela. Pinte por cima
da cor vermelha. Faa o mesmo na segunda folha, usando tinta
vermelha e azul com amarela. Por ltimo, na terceira folha, use
tinta azul com amarela. Deixe secar as folhas pintadas.

<R+>
Mary Weaver. 365 *atividades divertidas e educacionais*.
Trad. Regina Drumond. So Paulo: Madras, 1998.
<R->

  E ento? Conseguiram descobrir cores novas? Quais?
<R+>
 1. Voc sabe o que quer dizer a palavra procedimento? Escreva o sentido
dessa palavra de acordo com o texto da experincia.
 2. Quantas partes tm esse texto? Quais so elas?
<39>
<p>
 3. Depois de seguir os procedimentos indicados na experincia, a que
concluso voc chegou?

 4. Quais foram os resultados da experincia?
 a) cor vermelha com amarela;
 b) cor vermelha com azul;
 c) cor azul com amarela.
<R->

  As cores que voc misturou so chamadas *cores primrias*.
  As cores que surgiram da mistura so as *cores secundrias*.

<40>
Vamos ler 1

  Em uma caixa de lpis de cor, ser que voc encontra todas as cores
primrias? E as secundrias?
  Essas cores o inspiram a criar desenhos? Voc consegue encontr-las
em sua casa, na escola, enfim, pelo mundo?
<p>
<R+>
Caixa de lpis de cor

 Na minha caixa de lpis de cor
 Guardo um arco-ris,
 Muitas flores e um pr-do-sol.

 []
 Posso at desenhar uma lua
 no dia,
 Desenhar um poema no cu.

 Na minha caixa de lpis de cor
 Guardo o segredo
 Dos sonhos coloridos da minha vida.

Vnia Amarante. *Quarto de costura*.
Belo Horizonte: 
  Miguilim, 1991.

<41>
Seguindo as pistas do texto

 1. Releia os versos abaixo.
 Na minha caixa de lpis de cor
 Guardo um arco-ris,
 Muitas flores e um pr-do-sol.

 a) Voc conseguiria guardar um arco-ris, flores e um pr-do-sol em
uma caixa de lpis de cor?
 b) Reescreva os versos acima falando sobre coisas que voc realmente
poderia guardar em sua caixa de lpis de cor.

 2. No poema, algumas palavras so usadas com sentido diferente daquele
que normalmente encontramos no dicionrio.
<R->

  O modo de usar palavras com sentido diferente daquele que normalmente encontramos no dicionrio  chamado de *sentido figurado*.

  Volte ao texto e copie, alguns versos que mostram as
palavras em sentido figurado.

<42>
<R+>
Discutindo as idias do texto

1. O que esses versos sugerem a voc?
 []
 Posso at desenhar uma lua
 no dia,
 Desenhar um poema no cu.

 2. Por que a poeta escolheu uma caixa de lpis de cor para guardar seus
sonhos?
 3. O texto ressalta os sentimentos ou os fatos que realmente acontecem
na vida da narradora?
<R->

Trabalhando a oralidade

  A cano que voc vai ler na pgina seguinte tambm fala de cores e
de imaginao.

<43>
<R+>
Aquarela

 Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
 E com cinco ou seis retas  fcil fazer um castelo.
 Corro o lpis em torno da mo e me dou uma luva,
 E se fao chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.

 Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel,
 Num instante imagino uma linda gaivota a voar no cu.
 Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul,
 Vou com ela, viajando, Hava, Pequim ou Istambul.
 Pinto um barco a vela branco, navegando,  tanto cu e mar num [beijo azul.

 Entre as nuvens vem surgindo um lindo avio rosa e gren.
 Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
 Basta imaginar e ele est partindo, sereno, indo,
 E se a gente quiser ele vai pousar.
 (...)

Toquinho, Vinicius de Moraes, M. Fabrizio e G. Morra. Disponvel em: ~,www.toquinho.~
  com.brletras110.htm~, 
  Acesso: 20 ago. 2004.
<R->

  Converse com um colega: que tipo de idias esse texto sugere ao leitor?

<44>
 Detalhe puxa detalhe

  Como se apresentam as cores na natureza? Observe a imagem.

<R+>
_`[{pintura mostrando um crculo dentro do qual aparece uma
paisagem formada por borboletas, flores, montanhas e uma 
lagoa coloridas, o cu e a lua so verdes. Em torno do crculo h 
flores e pssaros_`]
<R->

<45>
<R+>
 a) O que voc v nessa ilustrao?
 b) Que cores aparecem?
 c) O quadro representa as coisas como ns as vemos? Justifique sua resposta. 
<p>
 d) A mistura de cores  fruto da imaginao do pintor. Que efeito ela produz em voc?
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

Agora voc escreve

  Que tal preparar um cartozinho potico para um colega da classe?
<46>
  Recorte um pedao de cartolina. Escreva uma bonita
mensagem para seu colega e entregue o carto.

  Material para criar o carto:
tesoura sem ponta, cartolina,
lpis, lpis de cor, lpis de cera
e tinta guache.

Avaliando o texto

  Em relao ao carto que voc recebeu de seu colega:
<R+>
 a) O texto foi escrito de forma potica?
 b) O texto foi escrito em versos ou em prosa?
 c) As palavras foram escritas de acordo com as normas ortogrficas?
<R->

<47>
Vamos ler 2

  De que cor  o pr-do-sol?

<R+>
Lils

 Amanh
 Outro dia
 Lua sai
 Ventania abraa
 Uma nuvem que passa no ar
 Beija
 Brinca
 E deixa passar
 E no ar
 De outro dia
 Meu olhar
 Surgia nas pontas
 De estrelas perdidas no mar
 Pra chover de emoo
 Trovejar...
 Raio se libertou
 Clareou
 Muito mais
 Se encantou
 Pela cor lils
 Prata na luz do amor
 Cu azul
 Eu quero ver
 O pr-do-sol
 Lindo como ele s
 E gente pra ver
 E viajar
 No seu mar
 De raio

Djavan. Disponvel em: ~,http:www.djavan.com.brindex2.htm~,.
Acesso: 20 ago. 2004. (C) 1984 Luanda Edies Musicais Ltda.

<48>
Seguindo as pistas do texto

 1. Nessa cano, o compositor Djavan fala da natureza. Cite alguns
trechos em que isso acontece.
 2. Que palavras do texto sugerem que a natureza se movimenta?
 3. Veja como Djavan escreveu esta estrofe:
 Amanh
 outro dia
 Lua sai
 ventania abraa
 Uma nuvem que passa no ar
 Beija brinca e deixa passar.

  E se ele escrevesse assim:
 Amanh ser outro dia
 A lua sair e vir a ventania
 A lua encontrar uma nuvem
 Que passar por ela e ir embora.
 Os dois trechos passam a mesma idia
 e utilizam o mesmo tipo de linguagem?

<49>
Discutindo as idias do texto

 1. Qual  o fenmeno da natureza
que encanta o poeta?
 2. Copie os
versos que mostram isso.
 3. Por que o ttulo da msica 
Lils?
<p>
Na ponta da lngua

 1. Releia os versos:
 Meu olhar
 Surgia nas pontas
 De estrelas perdidas no mar
 a) De quem  o olhar a que a cano se refere?
 b) Que palavra indica posse?
 c) Se o compositor estivesse se referindo ao olhar da namorada, como
o verso ficaria?

<50>
 2. Nos versos
 Eu quero ver o pr-do-sol
 Lindo como ele s
 E gente pra ver e viajar
 No seu mar de raio
<R->

  a palavra *seu* refere-se a qu?

  Existe um tipo de pronome que mantm uma relao de posse
com o substantivo (nome), acompanhando-o ou substituindo-o.  o
*pronome possessivo*.
<p>
Agora voc escreve

  Voc j sabe que podemos escrever poeticamente sem fazer versos.
Ento, escreva um texto, em prosa, sobre o que o pr-do-sol significa para
voc. Voc tambm acha que o pr-do-sol  lindo como ele s?

Avaliando o texto

  Troque seu texto com um colega e verifique:
<R+>
 a) Ele usou uma linguagem potica?
 b) Ele escreveu um texto em prosa?
 c) Ele escreveu as palavras corretamente?

<51>
Texto dialoga com texto

 A --
 A chuva caiu do alto,
 escorrendo pelas ruas,
 pelas casas e edifcios,
 pelas vidas das pessoas.

 Ficou tudo verdinho.
 Cheirando a terra molhada.
 Deixou as plantas felizes,
 Limpou todas as caladas.

 O sol com cimes,
 Apareceu devagar.
 Os raios cruzaram as nuvens
 Pra cidade iluminar.

 A luz abraou os pingos,
 O dia virou um poema.
 O cu ganhou sete cores
 Juntinhas num diadema.

Cristina Arago. *Iler*. 
  Recife: Bagao,1999.

<52>
 B --
 A luz do sol ilumina
 sem colorir, porque
 ela  branca. Logo,
 quando o sol
 brilha na
 chuva, a luz se
 decompe em
 sete cores. So
 as cores do
 arco-ris. As sete
 cores da luz.

Genevive Nol. *O gato que perdeu a cor*. Trad. Irami B. Silva. So Paulo:
Scipione, 2001. (Coleo Radar).

 C --
_`[{poema concreto em que as estrofes formam arcos e as letras tm as cores do arco-ris_`]
  Entre 
 as cores luz 
  indo
 
  O sol 
 chove sem ser 
  visto
  arco 
<p>
 riso de criana 
  ris

 Augusto de Campos. Arco-riso, Folhinha, *Folha de S. 
  Paulo*, 27/9/2003.

<53>
 1. O texto B  um texto informativo. Por que se pode afirmar isso?
 2. No texto A, a autora fala sobre o arco-ris de forma potica. Copie os
versos que comprovam isso.
 3. Procure, no dicionrio, o significado da palavra diadema e copie-o. 
Por que a autora do texto A escolheu essa palavra para se
referir ao arco-ris? _`[{se sua escola no tiver o dicionrio transcrito no Sistema
Braille, pea ao professor para providenciar um_`]
 4. O texto C tem relao com os textos A e B? Por qu?
 5. Com a ajuda dos colegas da classe, observe com muita ateno o texto
C e descubra quais so as sete cores do arco-ris.
<R->

Detalhe puxa detalhe

  Observe bem a capa deste livro de Sylvia Orthof e converse com seus
colegas: o ttulo combina com a ilustrao?

Que raio de histria!
  De Sylvia Orthof

<R+>
_`[{desenho de uma paisagem onde h uma casa e uma rvore sobre 
um gramado. No cu azul escuro manchado de branco, v-se uma
grande lua cheia, com olhos, nariz e boca; uma nuvem branca e
muitas estrelas_`]
<R->

<54>
Vamos ler 3

  Agora que voc j conversou com seus colegas sobre a capa do livro,
confira a histria.
<p>
Que raio de histria!

  Lua Luna, redonda, penteava o luar (...).
  Mas um risco, em corisco, passou rente do pente (...).
  Tropeando, assustada, tia Noite berrava:
  -- Vamos ter muita chuva, vai cair muita gua! Trouxe meu
guarda-chuva, eu j vim preparada!
  Um drago veio roncando um trovo de estrondo, trs estrelas do
cu despencaram num tombo.
  -- Vai haver tempestade, vai cair muita chuva, eu te peo carona
no teu guarda-chuva! -- disse a Lua pra Noite, que ficou mais escura.
  -- V pra l,  gorducha, no me sobra lugar! Guarda-chuva pra
duas? S se for pra molhar! -- disse a Noite pra Lua e danou de
empurrar. (...)
  -- Queres meu guarda-chuva? Toma guarda-chuvada! (...)
Guarda-chuva, em pedaos, despencou, despencou l do cu.
Dona Noite, na briga, perdeu saia e chapu. (...)
E a Noite, zangada, tinha voz de trovo, e berrava:
  -- T farta! V pro raio que a parta!
  Eram raios, troves, nuvens apavoradas...
  Mas as duas briguentas no
ficaram molhadas? No mistrio
da briga, o que aconteceu?
  Veio um Vento inventado
e soprou, respondeu:
  --  to simples a vida:
  Trovejou... no choveu!

<R+>
Sylvia Orthof. *Que raio de histria*! Rio de Janeiro: Ediouro, 1999.

<55>
Seguindo as pistas do texto

 1. Com base no texto, escreva, quem executava as aes
descritas abaixo:
 a) penteava o luar 
 b) passou rente do pente

 2. Que palavra do texto confirma a briga entre as personagens Lua e Noite?

 3. Leia com ateno as frases abaixo. A seguir, escreva o
significado da palavra raio em cada uma delas:
 a) Eram raios, troves, nuvens... 
 b) Os raios da roda da bicicleta enferrujaram.

4. Em sua opinio, esses dois sentidos se aplicam ao ttulo do texto? Por qu?

<56>
Discutindo as idias do texto

 1. Quais so as personagens da histria?
 2. Que personagem se assusta logo no incio da histria? Por qu?
 3. Que personagens fazem uma grande confuso na histria?
 4. Qual  o motivo da confuso entre as personagens?
 5. Que personagem d uma grande lio nessa histria?
 6. Que trecho mostra essa lio?

 7. Responda, de acordo com a histria:
 a) Trovejou?
 b) Passou um raio no cu?
 c) Choveu?

Ateno  fala e  escrita

 1. Leia em voz alta estas duas palavras do texto:
 risco -- fasca
 2. Agora, faa o mesmo com estas outras palavras:
 nasce -- piscina -- consciente
 3. Nessas palavras, as letras sc so pronunciadas da mesma maneira? Por qu?

<57>
Divertimento

_`[{cartela com amostras das seguintes cores_`]
  Amarelo-limo -- amarelo-cdmio claro -- amarelo-cdmio escuro -- 
laranja -- vermelho-cdmio -- carmim -- vermelho-laca -- magenta
-- terra-de-siena claro -- ciano -- verde-folha -- azul-da-prssia --
violeta -- azul-ultramar -- verde-musgo -- 
azul-turquesa -- ndigo --
ocre -- verde-oliva -- verde-esmeralda_`]

Ann Forslind. *Cores: jogos e experincias*. 2. ed. Trad. Helena Gomes Klimes.
So Paulo: Callis, 1996.

  Escreva em seu caderno:
 a) o nome das cores de que voc mais gosta;
 b) o nome das cores que lembram verduras, legumes, frutas;
 c) o nome de uma cor que lembra seu nome;
 d) o nome de cores que lembram sentimentos: amor, paz, alegria,
tristeza.
<R->

  Depois, confira com a classe: todos os colegas escolheram as mesmas
cores?

<58>
Roda de leitura

  Nesta roda de leitura voc vai ver como as cores tm vida.
  Voc e seus colegas vo se dividir em cinco grupos. Cada grupo l um
poema e, depois, fala sobre a cor escolhida.

<R+>
Azuis

 Disse um astronauta
 Que a Terra  azul.
 Ento, azul na Terra
 No falta.
 (...)
 Talisms so azuis,
 Assim como azuis
 So os mares,
 A leveza azul de um vu,
 Assim como azuis
 So as roupas do cu.
 (...)
 Manhs so azuis,
 Assim como azuis
 So as noites de Natal,
 Assim como deve ser
 Azul
 A cor do bem
 Que luta contra
 O mal.

Vermelhos

 Vermelha
  a cor do sangue.
  a cor do vinho.
  a cor da guerra.
 (...)
 Nariz de palhao,
 Olhos de quem chora,
 Calor de um abrao,
 Gelia de amora.

 Quando teve a idia
 De inventar a cor da paixo,
 Deus inventou
 O vermelho
 E, com essa cor,
 Pintou nosso corao.

<59>
<p>
Amarelos

 Amarela  a cor
 Dos raios de sol.
 Amarela  a cor
 Das folhas de outono.
 (...)
 Amarelas so as borboletas
 E tambm  amarelo
 O silncio delas,
 Pois, nascendo, voando
 Ou morrendo,
 So sempre quietas,
 So sempre corretas.

Verdes

 Das plantas  o corao.
  o louva-a-deus
 E sua eterna orao.
 (...)
 Ningum duvida:
 Verde  a cor da vida.
 (...)
 Azeitona, alface, lagartos,
 Fazendas de Mato Grosso,
 Campos de futebol.
 Verde fica mais verde
 Quando cai a chuva
 E, depois, vem o sol.

Pretos

 Pretas
 So as asas
 Dos urubus.
 (...)
 Imagine o lugar
 Mais distante do infinito.
 Imagine como deve ser
 Preto, luminoso
 E bonito.
 (...)
 Coisas pretas,
 Para mim,
 Parecem feitas
 De nanquim.

Todos os poemas de Lalau e Laurabeatriz. *Uma cor, duas cores,
todas elas*. So Paulo: Companhia das Letrinhas, 1997.
<R->

<60>
<p>
Curiosidade

  Vamos conhecer um pouco mais sobre as cores?

O laboratrio das cores

  Os primeiros homens
misturavam o ocre, uma areia
amarela ou vermelha, com
gua ou gordura animal.

  No final da Idade Mdia,
os viajantes traziam da
Prsia, antigo pas da sia, a
pedra lpis-lazli, que deu
origem  cor azul-ultramar.
A pedra azul era moda e
misturada com leo.

  Os artistas inventaram
cores usando as que
existiam na natureza.
Hoje, alguns pintores
preparam suas cores com
receitas antigas.
Outros artistas
compram suas tintas em
tubos ou em latas.

<61>
<p>
  Descubra a luz do Sol.
  Corte um disco de papel e, com lpis de cor, pinte nele as cores do arco-ris.

  Enfie um lpis no
meio do crculo e
faa-o rodar como um
pio: o crculo ficou
branco!

  Descubra por que as cores tm esse nome.

 terra de Siena 
 amarelo-gema  
 verde-esmeralda

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<R+>
Genevive Nol. *O gato que perdeu a cor*.
Trad. Irami B. Silva. So Paulo: Scipione, 2001. (Coleo Radar).
<R->

<62>
<p>
Uma atividade diferente

  A classe vai se dividir em cinco grupos. Cada grupo vai escolher um
dos ttulos abaixo, imaginar como seria o mundo da cor escolhida,
construir uma cena dessa idia e, ento, montar um painel, para que todos
possam ver o resultado do trabalho.
  Para construir a cena voc pode usar papel picado,
retalhos de tecido, botes, gravuras de revistas,
desenhos... enfim, tudo o que voc imaginar!

 o mundo azul
 o mundo amarelo
 o mundo verde
 o mundo vermelho
 o mundo preto

  Depois, cada integrante do grupo escreve uma
mensagem que fale sobre o mundo que imaginou e
coloca no painel. Vocs vo ver quantas idias diferentes!

<63>
Unidade 4

Cuidado com as despesas... 

  Nesta unidade, voc vai
refletir sobre uma atitude
bastante comum: consumir.
  Voc acha que, no dia-a-dia,
compramos muito? Por qu?
Seria bom planejar, no?
  Vamos pensar um pouco
sobre essas questes nas
pginas a seguir...

<64>
Uma atividade diferente

<R+>
 1 Olhe bem esta lista de compras. Copie-a.

Lista de compras
 leite em
 p
 ovos
 arroz
 alface
 detergente
 iogurte
 manteiga
 inseticida
 leo
 sabo em p
 esponja
 salsicha em lata
 frango

 2 Vamos organizar um minimercado? Traga de casa caixas de
papelo e embalagens vazias. Na sala de aula, junte esse material ao
dos colegas e arrume tudo em diferentes sees: verduras e legumes,
carnes, material de limpeza, enlatados, bebidas, balas e doces etc.
  D um preo aos produtos e crie cdulas para as compras, cortando
folhas de papel e desenhando nelas, como se fossem dinheiro de verdade.
 3 A classe vai s compras! O professor vai dividir a classe em grupos,
distribuindo determinada quantidade de cdulas para cada um. Vocs
iro ento s compras no mercado que foi feito na sala de aula.
  Depois, converse com seus colegas: qual foi o grupo que mais
economizou; o que mais gastou; que produtos so realmente
necessrios, quais so suprfluos.
 4 Com o professor, planeje uma ida ao supermercado de sua cidade.
  Ainda em grupos, pesquisem em uma determinada prateleira que
marcas tm preos mais baixos. Traga para a classe o resultado da
visita; ele pode ajudar na hora de economizar!
<R->

<65>
Vamos ler 1

  Voc j pensou no que faz as pessoas comprarem tanto?
  Este texto fala um pouco sobre isso.

Show nas prateleiras

  O segredo para consumir com inteligncia
 ir s compras com o mesmo esprito de
quem vai ao teatro. Tente aproveitar, mas no
se esquea de que quase tudo  fantasia. Assim
como alguns atores perdem o encanto quando
saem do foco dos holofotes, muitas embalagens
no conservam, na luz fria da cozinha, a beleza
do ambiente do supermercado. (...)
  A arrumao das prateleiras funciona como a
cenografia no teatro. A embalagem cumpre as funes
dos figurinos e da maquiagem. Revela o que os fabricantes
querem mostrar -- e escondem o que eles preferem manter oculto. Boa
parte do segredo de uma embalagem eficiente est nas cores. Quando
voc percorre os corredores lotados de um supermercado, seus olhos
passam rapidamente pelos rtulos nas prateleiras. No d tempo de ler
a marca, de notar os desenhos ou de reparar nos ingredientes. Mas o
tempo  mais do que suficiente para perceber as cores.
  Cientes disso, os fabricantes pintam seus produtos com tons que
induzem o consumidor a reter o olhar um pouco mais. Cores
vibrantes, como o laranja e o vermelho, so comprovadamente
excitantes. (...) Os fabricantes se valem dessas cores para aparentar
novidade e atrair os jovens. Em compensao, os tons suaves tm um
efeito tranqilizador, o que os torna mais apropriados para passar
uma imagem de seriedade e de confiana.
  Nada disso significa que essas estratgias sejam enganosas. Pode
ser que o produto seja to bom quanto a embalagem, a iluminao e
a arrumao sugerem -- e que ele merea, mesmo, um lugar entre o
arroz e o feijo no seu armrio. Mas voc s poder julgar bem se
prestar ateno em todos os detalhes. (...)

<R+>
Revista *Emoo e inteligncia*. So Paulo: Abril, junho 2002.
<R->

<66>
<p>
<R+>
Seguindo as pistas do texto

 1. Relacione a 1 e a 2 colunas, de acordo com o
sentido das palavras.

1 coluna
 a. holofotes 
 b. provavelmente
 c. cenografia
 d. eficiente
 e. cientes
 f. excitantes
 g. estratgias

2 coluna
 sabedores
 recursos especiais
  quase certo
 luzes
 vibrantes
 movimentos em cena
 que d resultado
<p>
Discutindo as idias do texto

 1. De acordo com o texto, por que se deve
ir ao supermercado como se fosse ao
teatro?
 2. Onde acontece o espetculo nos
supermercados?
 3. O que chama a ateno do
comprador, quando passeia pelos
corredores dos supermercados?
 4. Dois tons de cores so apresentados no
texto. Com que finalidade so usadas
essas cores?
 5. Conforme o texto, como voc poder
perceber na hora de comprar um
produto se est sendo enganado ou no?
<R->

<67>
Detalhe puxa detalhe

  Observe o que est sendo proposto nas tarefas a seguir.
  Escreva em uma folha de papel sua concluso e apresente-a para a classe.
  Tarefa 1 -- Marcas

  *Marca*  um nome ou um smbolo que vem escrito na embalagem, na
etiqueta ou no prprio produto. Existem muitas marcas de sabo em
p, por exemplo.

  Andando na rua, basta observar! As marcas esto em todos os lugares:
em bancos, postos de gasolina, lojas, supermercados, farmcias, nibus,
roupas...
<R+>
 1. Anote nomes de marcas que voc v no caminho
para a escola.
 2. Recorte de jornais e revistas algumas marcas de produtos. Mostre para os colegas.
  Tarefa 2 -- Rtulos
<R->

  *Rtulo*  um pequeno impresso que se coloca em embalagens para
apresentar o nome, as caractersticas, o contedo e a data de validade
dos produtos, entre outras informaes.

<R+>
 1. Escolha alguns rtulos, e observe:
 a) Qual  a funo da cor utilizada?
 b) So todos do mesmo tamanho? Por qu?
 c) As letras usadas so todas do mesmo tamanho? Por qu?
<R->

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<68>
Vamos ler 2

  A cano a seguir fala sobre o consumo. Vamos ler?

<R+>
Comunicao

 Sigo o anncio
 E vejo formas de desejo
 Sabonete em forma de sorvete
 Acordo e durmo na televiso
 Creme dental, sade
 Vivo num sorriso, um paraso
 Que  jogado
 Impulsionado num comercial

 S tomava ch
 Quase que forado vou tomar
 Caf
 Ligo o aparelho
 E vejo o rei Pel
 Vamos ento repetir o gol

 E na lua sou
 Mais um astronauta patrocinador
 Chego atrasado
 Perco meu amor
 Mais um anncio sensacional

 Ponho um aditivo
 Dentro da panela, gasolina
 Passo na janela, na cozinha
 Tem mais um fogo
 Tocam a campainha
 Mais uma pesquisa
 E eu respondo
 Que enlouquecendo
 J sou f do comercial.

Edson Alencar e Hlio Martins. In: Elis Regina.
*Em pleno vero*. Philips do Brasil, s.d.

<69>
<p>
Seguindo as pistas do texto

 1. Coloque as palavras do quadro em ordem alfabtica e, depois, procure
seu significado no dicionrio:
 impulsionado -- patrocinador -- comercial -- aditivo
 2. H outras palavras cujo significado voc desconhea? Relacione-as e procure seu significado no dicionrio.

Discutindo as idias do texto

 1. S tomava ch
 Quase que forado vou tomar
 Caf
  O que significa, na cano, o trecho *quase que forado*?
 2. Depois de ler a cano, responda: o que pode fazer as pessoas
consumirem sem necessidade?
<p>
Na ponta da lngua

 1. Observe:
 *Sigo* o anncio
 E *vejo* formas de desejo
 Sabonete em forma de sorvete
 *Acordo* e *durmo* na televiso
<R->

  As palavras em destaque indicam as aes que esto acontecendo no
momento em que se fala, ou seja, esto no tempo presente.
<70>
<R+>
 a) Como ficariam esses versos se fossem ditos ou escritos no tempo
passado?
 b) Que substituies foram feitas?
 c) Como ficariam esses versos indicando um tempo futuro?
 d) Que alteraes foram realizadas?
 e) Todas as palavras dos versos foram alteradas em funo do tempo?
 f) As alteraes que voc fez modificaram o sentido dos versos?
<R->
  Converse com o professor.

  *Verbo*  a palavra que indica ao, estado, acontecimento, e que
sofre alteraes, principalmente no tempo.

<R+>
 2. Copie, de cada frase, as palavras que so classificadas como verbo.
 a) Vivo num sorriso, um paraso
 b) S tomava ch... 
 c) Chego atrasado
 d) Tocam a campainha
<R->

<71>
Texto do dia-a-dia

  Observe uma folha de cheque:

<R+>
_`[{contedo do cheque, a seguir_`]
 Complemento 018
 Banco 341
 Agncia 0375 
 Nmero da conta 27122-8
 Nmero do cheque KQ-431463
 R$128,00
 Pague por este cheque o valor de: Cento e vinte e oito reais
 A Farmcia Dia e Noite
 So Paulo, 15 de maio de 2005
 Assinatura: Helena Cintra
<R->

  O *cheque*  um documento que substitui o dinheiro na hora de fazer
pagamentos.
  Os espaos em branco no cheque devem ser preenchidos com:
<R+>
  o valor do gasto em nmeros e depois escrito por extenso;
  o nome da pessoa (ou empresa)  qual  dado o cheque;
  a data da compra;
  a assinatura do comprador.
<R->
  Como qualquer documento, deve ser preenchido corretamente e sem
rasuras.

<R+>
1. Repare que outros espaos j esto preenchidos no cheque. Copie:
 a) o nmero da agncia bancria;
 b) o nmero da conta da pessoa que emitiu o cheque. 
<p>
 2. De acordo com o cheque, responda: a quem pertence essa conta bancria?
 3. Quem recebeu a quantia de R$128,00?
 4. Em que data foi realizada a compra?

 5. Troque idias com o colega.
 a) Se D. Helena morasse no Rio de Janeiro e fizesse a compra hoje,
como deveria preencher a data no cheque?
 b) Se D. Helena tivesse gasto R$25,00, como voc escreveria essa
quantia por extenso?
<R->

<72>
Detalhe puxa detalhe

  Voc comprou uma mercadoria que no correspondeu ao que foi
anunciado ou apresentou defeito. O que pode fazer para resolver a
situao?
  Consulte o Cdigo de Defesa do Consumidor!
<p>
  *Cdigo*: coleo de leis que regem um determinado assunto.

Cdigo de defesa do 
  consumidor

  O Cdigo de Defesa do Consumidor  a Lei n.o 8078, de 11 de
setembro de 1990. Esta lei de ordem pblica e interesse social foi feita
para estabelecer normas de proteo e defesa dos cidados na hora
do consumo. Nela esto definidos os direitos e as obrigaes dos
consumidores e fornecedores, que so os produtores, industriais,
comerciantes e prestadores de servios.

Os Direitos Bsicos do Consumidor
  (Art. 6 do Cdigo de Defesa do Consumidor)
  Proteo da vida, sade e segurana contra os riscos provocados
por produtos e servios; * Educao e divulgao sobre o
consumo correto de produtos e servios;
Informao clara e completa sobre os vrios
produtos, indicando as quantidades,
composio, caractersticas, preos
e riscos que podem ter;
Proteo contra publicidade
enganosa e exigncias abusivas
nos contratos de fornecimento de
produtos e servios; Prestao
adequada dos servios pblicos
em geral. (...)

<73>
Sobre o que a gente pode reclamar 
  no Procon/PBH

Alimentos
  Produtos vencidos, sem data de
validade (fabricao e vencimento) e
falta de registro. Alimentos estragados,
com mau cheiro e m aparncia, falta
de higiene em padarias, aougues,
bares, lanchonetes, restaurantes,
supermercados etc. Conservao dos
produtos em temperatura ou local
inadequados. Latas amassadas,
enferrujadas, embalagens com
problemas. Pesos, quantidades e
volumes errados.
<p>
Produtos
  Qualidade de aparelhos eletrnicos
e eletrodomsticos, veculos, roupas,
brinquedos e outros. Produtos com
defeitos. Problemas na entrega, atraso
ou quebra dos produtos, falta de
informaes sobre os riscos que
produtos como brinquedos,
eletroeletrnicos e veculos podem
causar. Falta de peas de reposio e
manual de instruo traduzido para o
portugus. (...)

Propaganda enganosa
  Propaganda atravs de jornais,
televiso, rdio, folhetos,
correspondncias, que minta sobre
produtos ou servios ou deixe de
mencionar informaes bsicas ao
consumidor, levando-o ao erro.

<R+>
Procon Belo Horizonte. Disponvel em: ~,www.pbh.gov.br~
  proconconscri.htm~, Acesso: 26 ago. 2004.

<74>
 1. Nas situaes a seguir, h algo em desacordo com o
Cdigo de Defesa do Consumidor. O que ?
 a) Na embalagem do iogurte
comprado no supermercado no
consta o prazo mximo para o
consumo do produto.
 b) O consumidor resolveu comprar
um modelo moderno de televiso
em cores anunciado no jornal. Ao
chegar  loja,  informado de que
s h modelos antigos -- os
modelos novos s chegaro dentro
de trs meses.
 c) O consumidor comprou
mveis para sua casa, mas
no os recebeu na data
combinada.
 d) O consumidor, ao retirar o bero
do beb da embalagem, verificou
que a grade de proteo estava
quebrada.
<R->
<p>
Texto dialoga com texto

  Voc sabe o que  uma charge?

  *Charge*  uma ilustrao que faz uma brincadeira, ironia ou crtica
sobre alguma situao que ocorre na sociedade.

<75>
  A evoluo do consumidor brasileiro segundo Dorinho

<R+>
_`[{charge em cinco cenas:
 1 cena: um macaco caminhando quase ereto;
 2 cena: um homem da Idade da Pedra meio inclinado, carregando um porrete;
 3 cena: um homem da atualidade, feliz, empurrando um carrinho de supermercado abarrotado de compras;
 4 cena: um homem curvado e desanimado, carregando uma cestinha de supermercado;
<p>
 5 cena: um homem desesperado, com a roupa remendada, mostrando os bolsos da cala vazios_`]

Dorinho. *Revista da ESPM*, maio/junho 2003, p. 6.
<R->

<76>
<R+>
 1. Consulte um dicionrio e copie, o sentido mais adequado para
a charge dos termos *evoluo* e
*consumidor*.
 2. Copie o ttulo da charge, substituindo a palavra *segundo*
por outra de sentido semelhante.
 3. Escreva uma legenda
para cada cena do cartum.
 4. Voc pode afirmar que os desenhos
apresentam uma seqncia? Por qu?

 5. A terceira, a quarta e a quinta ilustraes
sugerem sentimentos do consumidor.
 a) Que sentimentos so demonstrados
nessas imagens?
 b) Qual  o motivo da mudana de
sentimentos?

 6. O que a 1 cena tem em comum com a
5 cena?
 7. Como voc resumiria, em uma frase, a
idia principal desse cartum?
<R->

<77>
  Agora, veja estes quadrinhos:

Evoluo da sociedade de consumo

<R+>
_`[1 quadrinho: abaixo do ttulo agarre e arrebente, o desenho mostra o homem das cavernas segurando um porrete e olhando 
um animal feroz; 
 2 quadrinho: tem como ttulo Carregue e atire e mostra um peregrino das colnias americanas segurando uma bazuca e
olhando para um peru;  
 3 quadrinho: abaixo do ttulo Pegue e pague, mostra um homem com chapu, culos e gravata borboleta, segurando uma carteira 
e olhando os produtos nas prateleiras de um supermercado; 
<p>
 4 quadrinho: com o ttulo Aponte e clique, mostra um homem olhando um animal feroz na tela do computador_`]

 1. H semelhanas entre as imagens A e B? Quais?
 2. H diferenas entre elas? Quais?
<R->

Roda de leitura

  O texto que voc vai ler 
uma entrevista.
  Uma menina faz perguntas a
diferentes pessoas.
  Leia e comente a resposta de
cada entrevistado.
  Para fazer a leitura, o professor
vai dividir a classe em grupos e cada
um ler uma parte do texto.

<78>
Consumir ...

  Neste livro ns vamos falar de
consumo, isto , de tudo o que compramos
ou que sentimos vontade de comprar. E
ns, autores, decidimos inventar uma
personagem e convid-la a nos ajudar.
  Ela se chama Carolina, tem 11 anos, 
muito simptica e faladeira, adora saber
das coisas e vive fazendo perguntas sobre
os mais variados assuntos.
  Foi pensando nisso que resolvemos
fazer dela uma personagem reprter, que
vai a vrios lugares entrevistando as
pessoas. (...)
  Logo que demos um gravador para ela,
mais do que depressa a Carolina foi
perguntar para algumas crianas iguais a
voc:

Consumir ...

  Consumir  comprar, comprar,
comprar... Viver comprando! (Daniel
-- 9 anos)
  Sou meio po-duro e antes de
consumir penso muito. (Bruno -- 11
anos) (...)
  ... trocar o meu dinheiro por coisas
que eu quero. (Priscila -- 12 anos) (...)
  Mas ser que  to simples assim?
  Na verdade, consumir  um
assunto mais srio do que parece, e
ns achamos que vale a pena pensar
nele. (...)
  E para comear nossa reflexo 
importante saber que tudo o que est
 venda se chama produto.

<79>
O que  produto?

  Para mim  tudo o que eu pago com
dinheiro, por exemplo, meu televisor,
minhas roupas, as compras de
supermercado e assim por diante... (Clia --
dona de casa) (...)
  Voc j reparou que a maioria dos
produtos tem uma marca? (...)

O que  embalagem?

   a caixa, o papel, o plstico, a lata, enfim,
tudo o que protege um produto. (Sheila -- caixa
de supermercado)
  Embalagem para mim  o lugar onde deve
estar escrito o que o produto contm, a data de
fabricao e o tempo de validade dele. (Slvia --
nutricionista)
  Eu procuro comprar produtos com
embalagens que possam ser recicladas. O meio
ambiente me preocupa muito (...). (Cludio --
professor) (...)
  Por fim, o bom consumidor fica atento s
propagandas e analisa o que elas oferecem, para
ter certeza de que est comprando algo
realmente de qualidade.

O que  propaganda?

  Propaganda  a maneira que as
empresas usam para informar sobre o
produto que fabricam, para divulgar
uma marca, para convencer o
consumidor de que ele necessita
<p>
possuir o que esto oferecendo 
(Camila
-- publicitria) (...)

<R+>
Liliana Iacocca, Michele Iacocca e Oriana White. *Consumir
...* So Paulo: DeLeitura, 1999.
<R->

<80>
<R+>
Ateno  fala e  escrita

 1. Volte ao texto e assinale as palavras que terminam com a letra *s*.
  Observe o que significa a letra s no final dessas palavras e responda:
 a) A letra *s* no final das palavras est sempre indicando o plural?
 b) Em quais palavras isso no acontece?
 c) Liste, outras palavras que terminam com a letra *s*
sem que ela indique plural.
 d) Agora, veja:
 voz -- fiz -- feroz
<R->

  Essas palavras terminam com a letra *z*, que tem pronncia igual  da letra *s* no final de 
 palavras.
  Pesquise outras palavras terminadas com *z*. Faa uma lista e traga
para a classe verificar.

Divertimento

  Vamos reler alguns trechos do texto Consumir ....
Forme uma dupla e responda: os trechos a seguir
representam a opinio dos entrevistados ou dos autores do livro?
  A dupla que acertar tudo vence o desafio.
  Eu procuro comprar produtos com embalagens que possam ser
recicladas. O meio ambiente me preocupa muito (...) Por fim, o bom consumidor fica atento s propagandas e
analisa o que elas oferecem, para ter certeza de que est
comprando algo realmente de
qualidade.
  Na verdade, consumir  um
assunto mais srio do que parece,
e ns achamos que vale a pena
pensar nele.

<81>
Trabalhando a oralidade

  Pedro  um menino de 9 anos que no pode ver nada que j quer
comprar! Aninha, sua melhor amiga, bem que d conselhos, mas...

  Pois . E nessa febre consumista,
Pedro quer tudo que v. Se a
propaganda diz que  legal, est na
moda, Pedro torra a mesada, sem se
preocupar com o preo e a qualidade,
nem se vai ser til. E vive fugindo dos
conselhos de Aninha, que s compra
um produto se realmente for usar.

<R+>
Maria de Lourdes Coelho. *Pedro compra tudo* (e Aninha d recados). So Paulo: Cortez, 2004.
<R->
<p>
  Agora que voc j leu o texto e conhece o comportamento de Pedro
e de Aninha, est na hora de dar sua opinio sobre o assunto.
  A classe vai se dividir em trs grupos: o primeiro vai defender a atitude
de Pedro; o segundo vai defender a atitude de Aninha; e o terceiro
decidir, ao final, quem fez a melhor defesa.
  Enquanto os grupos apresentam suas idias, o professor as anota no
quadro-de-giz.
  Lembre-se de que, para defender uma idia, so necessrios bons
argumentos!

<82>
Agora voc escreve

  Voc j ouviu algum dizer que a propaganda  a alma do negcio?
Isso significa que quem no divulga seu produto no vende. Voc concorda
com isso? Em sua opinio, o que  preciso fazer para vender um produto?
O que mais chama sua ateno em uma propaganda?
  Continuem reunidos nos grupos da atividade anterior e discutam essas
questes. Organizem suas idias, dem sua opinio e tentem chegar a um
acordo. Depois, escrevam um texto opinativo, discutindo se a propaganda
 ou no a alma do negcio.
  Ao final, cada grupo copia seu texto em uma folha de papel e coloca
no mural da sala, para que todos possam l-lo.

Avaliando o texto

  Agora, respondam: o grupo...
<R+>
 a) deu um ttulo ao texto?
 b) conseguiu defender uma opinio sobre a propaganda?
 c) escreveu o texto em prosa?
 d) dividiu o texto em pargrafos, de acordo com cada assunto?
<R->

<83>
Texto do dia-a-dia

  Procure, em jornais ou revistas, um anncio de um produto que voc
no conhece. Leia-o com ateno e responda:

<F->
==================================
  pea orientao ao professor  y
gggggggggggggggggggggggggggggggggg
<F+>

<R+>
 1. Por que o anncio chamou sua ateno?
 2. Em que meio de comunicao foi divulgado o anncio?

 3. Nos anncios, geralmente esto presentes dois tipos de linguagem: a
linguagem verbal (palavras) e a linguagem no-verbal (imagens).
 a) O anncio usa que tipo de linguagem?
 b) Em sua opinio, por que essa(s) linguagem(ns) foi(ram) escolhida(s)?

 4. A linguagem verbal dos anncios costuma ser objetiva, isto , utiliza
poucas palavras e frases curtas. Isso acontece no anncio que voc
escolheu?

<84>
Curiosidade

 1. Observe alguns anncios de remdios
que existiam no incio do sculo XX.

<R+>
_`[{a) Anncio de 1919. Desenho em preto e branco de uma mulher
deitada, sorrindo, seguido do texto: Dentifrcio do Doutor Pierre
da Faculdade de Medicina de Paris -- o Dentifrcio Sonhado
 B) Anncio de 1929. Desenho em preto e vermelho de um homem
musculoso, quebrando um toco de madeira sobre o joelho,
seguido do texto: O Nutrion combate a Fraqueza, a Magreza e o 
Fastio. Restaura as Foras e estimula a Energia. --  o Remdio
dos Fracos, dos Debeis, dos exgottados, dos Convalescentes_`]
<R->
<p>
  Eles so parecidos ou diferentes dos
anncios de hoje? Converse com seus
colegas sobre isso.
 2. Ser que no mundo sempre existiu dinheiro para comprar os
produtos necessrios?
<R->

Quanto custa isso?

  Nos primeiros tempos da
civilizao, ningum precisava de
dinheiro. (...) Valia tudo: sal, tijolos,
dentes de cachorro ou pedaos de
bambu. (...)
  Na antiga Roma, os soldados eram
pagos com sal. Por isso, o que eles
recebiam era chamado *salarium*, de
onde veio a palavra salrio, que
usamos hoje.

<R+>
Marcelo Duarte. *Guia dos curiosos*.
So Paulo: Companhia das Letras, 1999.
<R->

  Converse com seus colegas: Qual  a idia principal desse texto?
  Que informao vocs acharam mais interessante?

<85>
Vamos ler 3

  Ser que vale a pena trocar em vez de vender e comprar?

Troca-troca

  Tudo comeou no aougue.
  Benedito e Joana foram com a me comprar
lingia. Ele foi puxando o caminho de
brinquedo, para trazer o embrulho.
  Bem na entrada, encontraram
Andr, que estava estreando uma
bicicleta nova e mostrou:
  -- Ganhei de presente de
aniversrio!
  -- Puxa!  uma beleza!
  -- Seu caminho  mais
bonito. Onde foi que voc
comprou?
  Benedito explicou:
  -- Fui eu que fiz.
  -- Faz um para mim? --
pediu Andr. -- Eu troco pela
minha outra bicicleta. Eu cresci
e fiquei grande demais para ela,
mas s precisa pintar.
  Joana aproveitou a idia e
pediu:
  -- Ser que sua irm no quer
trocar uma boneca comigo? Ela tem
uma poro... Eu dou uma cesta de
frutas do quintal de minha av.
  Andr prometeu falar com Adriana.
  E combinaram encontrar-se na
praa da a quatro dias.
  Mas cada um falou com um primo, um amigo, um irmo caula.
De palavra em palavra, o troca-troca se espalhou.
<86>
  Quando chegou a hora,
havia uma crianada na praa,
cada uma trazendo alguma
coisa para trocar.
<R+>
 Uma prancheta meio usada
 Por uma pipa listrada.
 Uma camisa e uma cala
 Por um vestido de ala.
 Goiabada casco bem pura
 Por livros cheios de figura.
 Sapatilhas de dana
 Por uma boneca de trana.
 Carrinho de rolim
 Por uma gata campe.
 Cavalo de pau
 Por coleo de carto postal.
 Uma caixa de lagartixa
 Por um bode de barbicha.
 Cada coisa papa-fina,
 Cada negcio da China,
 Que voc nem imagina.
 Que festa cheia de graa!
 Alegria que no passa
  brincar com os amigos
 De troca-troca.

Ana Maria Machado. *Troca-troca*.
So Paulo: Salamandra, 1998.
<R->

<87>
<R+>
Seguindo as pistas do texto

 1. Que idias a autora quis sugerir ao usar as expresses Cada coisa
papa-fina e Cada negcio da China no final do texto?

 2. O texto est dividido em duas partes: uma parte em prosa e outra em
versos.
 a) Que parte est escrita em prosa?
 b) Que parte est escrita em versos?
 c) O que essa parte est tentando representar?

Discutindo as idias do texto

 1. Em sua opinio, que troca do texto foi realmente um negcio da China?
 2. Nos dias de hoje  possvel viver somente trocando coisas? Por qu?
  Converse com seus colegas sobre isso.
<R->

<88>
Na ponta da lngua

  Os *substantivos compostos* se formam quando duas palavras se
juntam e criam uma terceira, que tem um novo significado.
<p>
<R+>
 1. Compare:
 a)  bom fazer troca de brinquedos com os amigos.
 b)  bom brincar de troca-troca com os amigos.
  Que novo sentido surge no item *b* quando se repete o substantivo
troca, formando, assim, um substantivo composto?

 2. O que significam os substantivos destacados das
frases abaixo?
  O *dia* est cansativo.
  O *dia-a-dia* est muito cansativo.
<R->

<89>
Divertimento

<R+>
 Enquanto peixe-martelo
 bate: toque, toque, toque,
 peixe-serra vai serrando:
 roque, roque, roque, roque.

Milton Camargo. *Poesia fora da estante*.
Porto Alegre: Projeto, 2002.

 1. Voc encontra substantivos compostos no poema? Quais so?
 2. O que significam, no poema, a repetio das palavras em toque,
toque, toque e roque, roque, roque, roque? Formam-se
substantivos compostos?
<R->

<90>
Uma atividade diferente

  Que tal aproveitarmos o que temos em casa? s vezes, algo que no
queremos mais pode ser bem aproveitado por um colega... Vamos
organizar na classe um troca-troca especial: em um dia combinado, cada
um traz para a sala de aula um livro em bom estado que no queira mais
e tenta troc-lo com um colega, explicando por que quer fazer a troca. J
pensou quantos livros legais voc pode ler?

               xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxo

Fim da Primeira Parte

